ŦỮ ΔΜØŘ
domingo, 28 de novembro de 2010
"
Até hoje, ainda o guardava. Numa caixa, com outras coisas sem importância. Um vidro de perfume, uma luva, um brinco, uma caixa de pó-de-arroz, como lembranças de alguém que já morreu!"
(
Caio Fernando Abreu
)
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